As fronteiras da Animação Sociocultural
"Conscientes de que a ASC não é detentora de todas as soluções para os nossos problemas comuns, acreditamos, contudo, que o seu efeito mobilizador pode exortar para a resolução dos mesmos. É nesta postura que procuramos, com outras vozes, encontrar mais força para a nossa voz e buscamos cruzar áreas, saberes, experiências, e, sobretudo, confrontar modelos de acção diferenciados e afins."
(Pereira & Lopes, 2011,p:11)
Livro recomendado a todos os Animadores Socioculturais e a todos os que trabalham na área social.
Sou aluna da Escola Superior de Educação Jean Piaget de Arcozelo. Frequento o 3º ano em Animação Sociocultural(ASC). Na unidade curricular Metodologia de Acção Educativa (MAE), orientada pelo Master: Carlos De Sá Pinto Correia, foi-nos proposto a elaboração de um blogfólio onde todos os alunos de ASC e ESP e possíveis interessados nestas temáticas, poderão partilhar ideias, conhecimento e experiências.
domingo, 17 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
I Congresso Internacional
Caros colegas da Animação Sociocultural, torna-se cada vez mais pertinente a nossa participação nestes eventos, para assim afirmarmos cada vez mais e melhor a nossa posição profissional.
Entendo que devemos todos participar neste I Congresso Internacional
"As fronteiras da Animação Sociocultural"
Amarante, 14, 15 e 16 de Abril de 2011
Comparece!...
Entendo que devemos todos participar neste I Congresso Internacional
"As fronteiras da Animação Sociocultural"
Amarante, 14, 15 e 16 de Abril de 2011
Comparece!...
domingo, 20 de março de 2011
TERCEIRA IDADE
Esta é a minha geração de eleição, para trabalhar, conhecer e aprender diariamente.
A sociedade global em que habitamos tem ainda um longo caminho a percorrer para criar mais condições humanas e dignas aos idosos, mas é promovendo a participação activa destes, na construção do mundo que a própria humanidade deve evoluir.
Idoso significa sapiência e experiência e não é á toa que as personalidades com os cargos mais importantes nos aspectos políticos, económicos e religiosos são atribuídos, por norma, a pessoas acima dos 50 anos.
“Não há reforma para a cidadania!” ( Levet, 1995, p:100)
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